Desde 1999 o projeto Brigada Hip Hop PE, traz os originais ensinamentos da cultura de rua e a preocupação de manter, através de seus elementos, que formam a cultura (Dança, Breakin, DJ, Mc e o Graffiti) uma identidade na construção da cidadania de crianças e adolescentes. O Projeto se inscreve numa linguagem natural, de forte impacto social e de efeito multiplicador, descobrindo e potencionalizando a articulação dos jovens com os movimentos sociais e com a mobilização da cidadania.
O rapper Wendell Souza mais conhecido como Tai MC da cidade de Limoeiro- PE, e um dos grandes destaque em Pernambuco, pela dedicação e esforço onde busca sua trajetória dentro da cena Rap, ganhando varias batalhas de Mc´s, e com cd na mão intitulado " Em terra de gigante quem tem um badock e davi ", já divulgado aqui anteriormente, onde as musicas vem sendo executada no PROGRAMA DA RUA, na radio nova FM de recife, tem tido uma boa repercussão, Mas recentemente o Rapper viajou a São paulo para participar da LIGA NOCAUTE BR em são paulo levando seu flow e suas rimas afiadas sempre pronto para a batalha se aperfeiçoando a cada evento ele se prepara de forma bem contundente, a sua intenção e revolucionar a Liga Nocaute, e esta preparadissmo pra derrubar um apos outro adversário que cruzar o caminho, com técnicas mortais pra esse acontecimento, o ponto forte do Rapper e MC e o estudo que faz sobre os seus oponentes onde a concentração e interpretação são perfeitas," e uma coisa que chamo de " Presença de batalha " espero ganhar uma boa visibilidade depois de fazer grandes atuações".diz o TAI MC.
Também quero ajudar esse modelo de batalha a ser mais aceito no pais.ao mesmo tempo participou de vários outros eventos mostrando seu talento e representando Pernambuco como poucos.
Comeceu a rimar em 2004 inspirado em Racionais, RZO, GOG, MV BIll entre outros,em 2009 inspirado em nomes como Max B.O e Slim Rimografia, comecei a fazer free style.
Em 2013 foi o representante de pernambucano no Duelo Nacional de mcs.
A batalha Nocaute e muito competitiva disputada em um formato que exige o máximo de criatividade, o MC pra disputar um competição dessa tem que ser completo pra se dar bem, a Liga nocaute ajuda muito o MC a desenvolver esses pontos fundamentais. espero que breve essa cena esteja pegando fogo como em Portugal e Angola.
Em nosso programa de hoje que sera a partir das 16 hrs, muita musica e entrevista com o rapper da chave mestra ATON que esta lançando seu novo trabalho e também teremos a presença de MANSUR DIAGNE ( senegal ) falando sobre a gravação do seu clipe e da nova musica e CLOVINHO BROW ( serra talhada-PE ) trocando ideia sobre produção no interior... vamos que vamos FICA LIGADO NA 106, 3 FM A UNICA RADIO QUE TOCA RAP. pela net no http://www.novafmrecife.com.br/
Direto de paulista umas das cenas mais efervescentes da cultura rap, de onde saíram vários nomes para a cena RAP - PE, vem o ATON do grupo chave mestra que lança seu novo cd DO CAOS AO COSMO, com 10 faixas que misturam muitos ritmos e muitas parcerias : 01 - 42x10 (Prod. Number9) BRASIL 00:00 02- Febre Dos Olhos (Prod. Mr. Chariotx) EUA 04:47 03 - Só O Que Queremos (Prod. King Pyn) PORTUGAL 07:21 04- Asas Do Vento (Prod. PaiolSonoro) MOÇAMBIQUE 10:04 05 - Vidros Recortados (Prod. Dj Premier) MÉXICO 14:17 06 - Tem Gente Que Só a Mizera (Prod. Clécio Rimas) BRASIL 17:14 07 - Espírito Nômade (Prod. DeeJay Chin & Erhee D) MONGÓLIA 17:48 08 - Tempo Incorreto (Prod. Aneudis Beats) REPÚBLICA DOMINICANA 19:26 09 - Filhos Da Revelação (Prod. Lord Poiz) ARGÉLIA 24:00 10 - A Posição Dos Astros (Prod. Guilherme Neto) BRASIL 30:26 https://www.youtube.com/watch?v=oSUk_2s0GhI
O GRUPO E FORMADO POR 2 RAPPERS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE E LANÇAM O SEU MAIS NOVO PROJETO IMPAR DISPONIBILIZAM SEU PRIMEIRO ALBUM INTITULADO DO BRASIL AO ORIENTE COMPLETO NO YOUTUBE CONFERI LA FAMILIA OUÇA BAIXE COMENTE CURTA COMPARTILHA E SE INSCREVA-SE NO CANAL FORTE ABRAÇO PAZ....
Hoje o Rap de Pernambuco, tem um novo patamar....CHAVE MESTRA vem elevar o nivel de produção da cena rap em Pernambuco e apos lançar em primeira mão as novidades no programa DA RUA agora lança oficialmente a musica "novo egito'', se liga ...base e letra quebrando tudo, muito bom, a qualidade sonora, aperte o play e viaje nessa ideia..........
Este é o primeiro single do álbum de estreia do grupo. Os caras vem trampando pesado no álbum, e estão registrando grande parte desse processo no canal Chave Mestra TV.“Novo Egito” integra o disco de mesmo nome, que sairá em 2015; a instrumental cabreira é de DJ4KAT e a arte brisante é de Lázaro Junior, o som foi gravado e mixado no estúdio Outra Vibe Records por Peu Shady, a masterização é de JJ Slim.
O 3º Encontro do Papo de Universitário vem com o objetivo de promover discussões sobre a formação de um graduando com visão mais ampla sobre o mundo do trabalho e promover informação acerca dos pilares onde se baseiam a programação científica: Além de conscientizar os universitários e participantes da importância do desenvolvimento dessas competências independente de suas graduações. Aqui, os estudantes terão acesso a oportunidades de empresas, produtos e serviços relacionados ao ensino superior.
Além de tudo isso:
◆ Mostrar a importância desses pilares para a formação de um graduando com maior nível de empregabilidade;
◆ Trazer a reflexão dos participantes sobre um melhor gerenciamento e aproveitamento de suas carreiras bem como a importância da educação política;
◆ Refletir acerca da importância do desenvolvimento da criatividade como uma habilidade social vital para os tempos modernos;
◆ Promover momentos de networking e confraternização entre os participantes exaltando num ambiente que tenha a linguagem do jovem.
Dentro do evento estará a Arena Hip hop, com eventos de dança de rua 4x4 masculino com inscrições ate 32 crews, individual de b.girl´s com inscrição ate 16 girl´s, e um racha com o duelo da sabedoria no domingo com inscrição para 16 Mc´s, que sera divulgado posteriormente.
Todo o valor arrecadado de nossa loja será direcionada para a fundação do Instituto Papo de Universitário, que será uma aceleradora de CARREIRAS! Fiquem ligados, próxima semana estaremos abrindo processo seletivo para voluntários interessados em trabalhar nos bastidores deste grande evento!
B.boy okado como e mais conhecido mostra atraves das letras de rap seu lado polemico de ver as coisas, grande b.boy da cena, representante da soul da favela equipe sempre vencedora nos campeonatos realizado aqui e fora do Estado sempre tem se destacado pela esforço e correria pra se fazer presente nos eventos e fortalecer a cena. Agora ataca de rapper mostrando um pouco das ideias do que ve e passa pra ser b.boy, as dificuldades são relatadas ao seu modo de ver, com participação do dj ronni ... na verdade só foi uma preview logo logo vai sair a perfeita ainda editando vlw confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=zqWkV80eE3A e siga pelo face: https://www.facebook.com/peosdf?fref=ts
O HIP HOP NÃO PARA E O COLETIVO NORDESTE INDEPENDENTE CONVIDA A TODOS E TODAS POR ESTA CONQUISTA IMPORTANTÍSSIMA E LEMBRA QUE É UM VITÓRIA DE TODOS QUE FAZEM PARTE DA CULTURA HIP HOP NA PARAÍBA, INDEPENDENTE DE LOGO MARCAS, INSTITUIÇÃO OU PESSOA FÍSICA SINTAM SE REPRESENTADOS, POIS ESTE É APENAS UM PONTO DE PARTIDA PARA MUITO QUE AINDA VÃO ACONTECER ANUALMENTE, NÓS DO Nordeste Independente FICAMOS MUITOS FELIZES DE FAZER PARTE DESSA CONSTRUÇÃO E PEDIMOS MAIS RESPEITO PELO MOVIMENTO HIP HOP E QUEM REALMENTE LEVA A SÉRIO ESTA CULTURA QUE É DE PAZ, ALEGRIAS, RESPEITO, UNIÃO E DE VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO NÃO VAMOS SE SENTIR DONOS DO QUE NÃO DE NINGUÉM E SIM COLABORADORES DO PROCESSO QUE É INFINITO, MUITA LUZ, PAZ E QUE EM 2015 CONQUISTAMOS MUITO MAIS PARA TODA CUNTURA HIP HOP. SIGA A PAGINA DO FACE: https://www.facebook.com/nordesteindependentepb
As redefinições [N.T.: KRS-One refere-se a ´refinitions`, um termo criado por ele, unindo as palavras redefinições e definições] que irei apresentar são uma coleção realizada pela organização Temple of Hip Hop (Templo do Hip Hop) dos termos culturais e códigos do hip hop, desenhados para proteger, preservar e estabelecer um Espírito comum para o hip hop e aumentar a auto-estima dos verdadeiros hiphoppers. Outras organizações da cultura podem praticar um diferente conjunto de elementos e termos. Contudo, nossas redefinições permanecem como uma ferramenta fundamental de ensino. Através desse ‘corpus de conhecimento’ nós promovemos nossa auto-estima como especialistas culturais do hip hop.
BREAKING (estudo e aplicação das formas de dança de rua)Comumente chamado de Break Dancing ou B-Boying, ele agora inclui formas de dança que já foram independentes: Up-Rockin, Poppin e Lockin, Jailhouse ou Slap-Boxing, Double Dutch, Electric Boogie e a arte marcial da capoeira. Também se refere comumente a uma dança de rua de estilo livre (freestyle). Os praticantes do Breaking tradicional são chamados B-Boys, B-Girls ou Breakers. Os movimentos do Breaking são comumente usados em aeróbica e outros exercícios que refinam o corpo e aliviam o estresse. Dança e outros movimentos corporais rítmicos aparecem na gênese da consciência humana. A dança também é uma forma de comunicação.
Rakim
MCING (estudo e aplicação da fala rítmica, poesia e/ou discurso divino)Comumente referido como rappin ou rap. Seus praticantes são conhecidos como MCs (Emcees) ou rappers. O MC é um poeta do hip-hop, que direciona e move a multidão rimando ritmicamente na palavra falada. O MC é um porta-voz. Tecnicamente, o MC é uma criação da sua comunidade, enquanto o rapper é uma criação das grandes corporações e gravadoras. A palavra MC vem da forma abreviada de Mestre de Cerimônias. Em seu sentido tradicional, MC se referia ao anfitrião de um evento, o mestre de uma cerimônia ou festa. Em seu sentido antigo, o MC buscava rezar ou se comunicar com Deus. Era usado pelos gregos para comunicar-se com seus oráculos e rezar para seus deuses. As mais antigas formas de MCing foram feitas pelos antigos pastores, sábios e filósofos da África e da Ásia. Mais tarde, na história, essa antiga arte seria praticada pelos griots africanos e djelis, que iam de vila em vila ensinando (ou melhor, encenando) história e importantes lições de vida aos mais jovens.
[N.T.: Nas palavras da amiga Luciane Ramos Silva, antropóloga versadíssima em História da África: “djeli é o/a responsável pela transmissão das tradições orais – genealogias, estórias, costumes e éticas. São como senhores da palavra. Em geral, esse saber é transmitido através das gerações, então existem famílias com “sobrenomes” de griots (outra forma de designá-los, neste caso, termo em francês). Por exemplo, o ator Sotigui Kouyaté, que faleceu ano passado, e foi por muito tempo da Cia do Peter BRooke, era um djeli. O filho dele, Hassane Kassi Kouyaté, está em Sampa (Sesc Ipiranga) fazendo um trampo que navega entre palavra, corpo, tempo e espaço. Bom, mas essa é outra história. Tenho poucas referências de djelis mulheres. Mas há uma, Yandé Codou, que foi a griotte do Senghor, primeiro presidente do Senegal. Há um documentário sobre ela.”]
Chuck D (Public Enemy)
O MCing (ou discurso ritmado/a fala divina) também aparece na gênese da consciência humana. É a linguagem do coração. Os primeiros hiphoppers transformaram a figura tradicional do Mestre de Cerimônias para incluir formas de participação da multidão e poesia. Hoje, o MC procura ser um mestre da palavra falada, não apenas o melhor rapper ou poeta. O MCing, se entendido da maneira apropriada, manipula o ar através da vibração sonora numa tentativa de alterar ou expandir a consciência. Os MCs também ministram palestras e outras formas de instrução pública. A maioria dos MCs se avaliam conforme sua habilidade de agitar uma festa/evento, falar claramente e/ou contar uma boa história.
Saiba isso: um MC talentoso quase sempre se torna um rapper respeitado, mas um rapper talentoso normalmente nunca se torna um MC respeitado. O MC se expressa através da rima que já está em sua mente, enquanto o rapper te conta tudo sobre ele mesmo. Verdadeiros MCs devem estudar ambos os estilos para ter o máximo do sucesso.
GRAFFITI ART (estudo e aplicação da caligrafia de rua, arte e escrita à mão) Comumente chamada de arte do aerosol, writing, piecing, burning, graff [N.T.:write: escrever; piece: peça; burn: queimar] ou murais urbanos. Outras formas dessa arte incluem bombing e tagging [N.T.: o tag pode ser considerado o irmão mais velho da pichação brasileira]. Seus praticantes são conhecidos como escritores, escritores de graffiti, artistas do aerosol, grafiteiros ou artistas do graffiti. [N.T.: para melhor entendimento das diferenças entre os termos, recomendo os seguintes sites: terminologia do graffiti; a arte do graffiti].
Também na gênese da consciência humana, escrever em muros, árvores, pedras, roupas etc. tem um papel importante no desenvolvimento da inteligência humana e da auto-expressão. A maioria das crianças do gueto instintivamente aprende a escrever praticando nos muros. Os antigos humanos, dos tempos pré-históricos, punham certamente suco de frutas [berry] em suas bocas e sopravam ou cuspiam suas imagens em paredes de cavernas, às vezes em total escuridão, da mesma forma como os modernos grafiteiros dos anos 70 ou 80 fariam com suas latas de spray nos trens suburbanos.
Hoje, os graffiteiros procuram ser mestres da escrita à mão e da arte. Os artistas do graffiti se avaliam conforme sua habilidade de escrever e/ou contar uma boa história. Muitos se tornaram artistas gráficos, designers de moda, fotógrafos, diretores de arte e de cinema.
Saiba isso: o graffiti como arte não é vandalismo! Tradicionalmente, a palavra graffiti se originou do termo ´graffito`, significando um risco. Daí sua conexão com a arte dos DJs (o grafiteiro é um DJ visual). Assim, o graffiti foi um termo dado à arte gráfica do hip-hop, quando ela aparecia legal e ilegalmente em propriedade privadas e públicas como um ato de protesto social (especialmente em trens de subúrbio). Da mesma forma que o MCing foi rotulado de rap e o Breaking foi rotulado break dancing, o graffiti foi o rótulo para designar o writing, bombing, piecing, burning e tagging.
O escrito ou desenho do graffiti é cuidadosamente desenhado, riscado, ou espirrado sobre uma superfície e foi popularizado por pessoas como Taki 183, Phase 2 (foto), Stay High 149, Kase 2, Lee, Chico, Cope 2, TATs Cru, Presweet, Iz the Wiz,Seen, Quik, O.E., Revolt, Dondi, Zephyr, Futura 2000, entre outros.
O pioneiro DJ Kool Herc
DJING (estudo e aplicação da produção da música rap e difusão por rádio) Comumente se refere ao trabalho de um disc jockey. Contudo, o disc jockey do hip-hop não toca simplesmente discos de vinil, fitas e CDs. Os deejays do hip-hop/rap interagem artisticamente com a execução de uma canção gravada, cortando, mixando e riscando a canção em todos os seus formatos gravados. Mesmo além da música e outras formas de entretenimento, o DJing, como um conhecimento consciente, não apenas inspira nosso estilo de instrumentação musical, mas também expressa o desejo e a habilidade para criar, modificar e/ou tranformar a tecnologia musical. Seus praticantes são conhecidos como turntablistas, deejays, mixologistas, grandmasters, mixmasters, jammasters, e funkmasters.
BEATBOXING (estudo e aplicação da música corporal – body music) Comumente se refere ao ato de criar sons rítimicos com várias partes do corpo, particulamente a garganta, boca e mãos. Seus praticantes são conhecidos como ‘Caixas de Ritmo Humanas’ (Human Beatboxes) ou Orquestras Humanas. Assim, o Beatboxing é, basicamente, usar o corpo como um instrumento. Versões mais antigas dessa expressão incluem o Handbone ou Hambone. Contudo, o moderno Beatboxing se origina do ato de imitar as primeiras baterias eletrônicas (drum machines). As primeiras baterias eletrônicas foram algumas das ‘caixas de batida’ originais e, engenhosamente imitá-las, foi o que primeiro se chamou Beatboxing. Contudo o antigo Beatboxing era a habilidade de imitar os sons da natureza com as próprias partes do corpo.
O Beatboxing não é apenas uma forma de comunicação, é também achado na gênese da consciência humana. De fato, imitar os sons da natureza (ou do ambiente natural de alguém) é algo que está no início da comunicação humana, do conhecimento e sobrevivência. Popularizado por Doug E. Fresh, Biz Markie, The Fat Boyz, DMX, Greg Nice, Bobby McFerrin,Emanon, Click the Super Latin, K-Love, Rahzel, entre outros.
Malcolm X
CONHECIMENTO DE RUA (estudo e aplicação da sabedoria ancestral) Comumente se refere ao senso comum básico e a sabedoria acumulada das famílias do gueto. Consiste de técnicas, frases, códigos e termos usados para sobreviver no gueto. Envolve também a habilidade de raciocinar lógicamente com ou sem as ideias ou a validação do mainstream acadêmico tradicional. A sabedoria de rua é a acumulação do auto-conhecimento cultural do hip hop. Seus praticantes são conhecidos como hiphoppers, bem como sisters, brothers, goddesses, gods, mothers, fathers, teachers, queens, kings, princesses, princes, lords e divine (em português: irmãs, irmãos, deusas, deuses, mães, pais, professores, rainhas, reis, princesas, príncipes, lordes e divinos/divindades).
Contra o mito de que o conhecimento só é acumulado em ambientes acadêmicos quietos e ordenados, muito do conhecimento comunitário do hip hop pode ser achado em seus comediantes, poetas e autores. Os hiphoppers aprendem e transferem conhecimento através da diversão, no entretenimento. A sabedoria de rua é o conhecimento de como sobreviver na vida urbana moderna.
Popularizada por Malcolm X (foto), Dr. Cornell West, Martin Lawrence,Afrika Bambaataa, KRS-One, Clarence 13X, Ministro Louis Farrakhan, Kwame Toure, Chuck D, Nas, Dick Gregory, Chris Rock, Tupac Shakur, The Wayans Brothers, Sista Souljah, entre muitos outros.
LINGUAGEM DE RUA (estudo e aplicação da comunicação de rua) Comumente referida como inglês negro, jargão/dialeto urbano e ebonics (de ‘ebony phonics’ – sons negros/sons de ébano). É a linguagem do hip hop e os códigos linguísticos. A comunicação verbal das ruas. A linguagem de rua avançada inclui a correta pronúncia da linguagem nacional e nativa da forma como ela pertence à vida no gueto. Adicionalmente, a linguagem de rua avançada lida com a comunicação para além do que a pessoa diz. A linguagem de rua não é sempre discurso falado. A linguagem de rua do hip hop inclui, certamente, códigos de rua que podem não ser comunicados totalmente por palavras.
Pode-se dizer, ainda, que a linguagem de rua (da forma como pertence ao campo da palavra falada) é a tentativa do hip hop de se libertar do confinamento da linguagem-padrão e de pontos de vista padronizados sobre a realidade. O inglês (por exemplo) não tem suficientes palavras ou definições para descrever como nós (hiphoppers) sentimos o mundo. Isso é o que faz com que nossa linguagem (jargão/dialeto – slang – gíria) de rua seja tão importante para nossa liberdade.
A linguagem de rua ajuda os hiphoppers a interpretar seu mundo da sua própria forma e foi popularizada por Richard Pryor,Martin Lawrence, The Last Poets, Chris Rock, The Watts Poets, James Brown, Gil Scott Heron, E-40, DJ Hollywood,Lovebug Starsky, Nas, Fab 5 Freddy, Frankie Crocker, entre outros.
Membros do partido Black Panthers
MODA DE RUA (estudo e aplicação de tendências e estilos urbanos/street fashion) Comumente se refere a tendências de roupas do gueto. Contudo, a moda de rua lida com todas as tendências e estilos da cultura hip hop. A auto-expresão através da moda de rua é um importante modo de apresentar a identidade do hip hop ao mundo. A moda de rua representa a proeminência de todos os códigos culturais do hip hop, formas e tradições. Não apenas a moda é uma forma de comunicação muito antiga, mas nossa consciência expressa era (e ainda é) também representada no modo como nos adornamos, colorimos e vestimos a nós mesmos.
Popularizada por grupos e pessoas como os The Black Spades, The Black Panthers (foto acima), as gangues de Los Angeles/CA The Crips e The Bloods, Jew Man, Ron 125th, Dapper Dan, Shirt Kings, Lugz, FUBU, Karl Kani, Sean Jean, Wu Wear, Fat Joe 560, Phat Farm, entre outros.
Russell Simmons
EMPREENDEDORISMO DE RUA (estudo e aplicação do mercado justo – fair trade – e do gerenciamento dos negócios do hip hop) Comumente referido como mercado de rua, ‘having game’, ‘the natural salesman’ ou ‘smooth diplomat’ [N.T.: obviamente, isso é linguagem de rua – não consegui encontrar o sentido em dicionários normais. Se algum leitor souber, faça a gentileza postar como comentário]. É a disposição de se engajar na criação de um empreendimento que está na raiz das práticas de negócio. Muito da aprendizagem do hip hop começa aqui.
Diferente do empreendedorismo, que pode incluir as técnicas e práticas empresariais, o empreendedorismo de que falo foca o espírito de motivação de se auto-empregar, de ser inventivo, criativo e auto-instruído [N.T.: KRS-One diferencia entrepreneurism de entrepreneurialism]. É este espírito; o espírito da auto-criação, a urgência em criar e vender seus próprios talentos, descobertas e invenções, que é encorajada por esses ensinamentos. Seus praticantes são conhecidos como ´hustlers` e ´self-starters`. Empreendedor: uma pessoa criativa automotivada, que sustenta uma iniciativa comercial.
Popularizado por pessoas como Madame C.J. Walker, Russell Simmons (Def Jam), Luther Campbell, Sean Puffy Combs (Puff Diddy), Jack the Rapper, Robert Townsend, Eazy-E, Too Short, entre outros.
*Texto originalmente extraído do blog da página oficial do MySpace de KRS-One.
fonte: site bocada forte: http://www.bocadaforte.com.br/reportagens/krs-one-os-9-elementos-da-cultura-hip-hop.html
Ontem a tarde os alunos da Faculdade Joaquim Nabuco do curso de eventos organizaram uma palestra sobre "Arte Urbana", e fomos Convidados a falar sobre essa arte que esta agregando cada vez mais um numero de jovens e simpatizantes, todos os dias!
Agradecemos a esta oportunidade de estar presente e Poder mostrar o quanto a nossa cultura e importante e historicamente rica.
Agradeço também a todos pelo convite em especial a Joseane de Feira Nova, a Monica (mistura Ativa), Monstrinho, Pixote e a Rock Lee da Killa, muito Gente fina o cara Que contribuiu pra o debate ea Galera do pina os Graffiteiros e Rappers Stylo e Chelder da 100pararcrew os caras são de correria, dia Muito gratificante em falar de cultura hip hop e de politicas publicas pará os Jovens da Faculdade Joaquim Nabuco.